4 – Oficina Virtual GEAC 2016/1 – Enunciado antropológico crítico

SOBRE A OFICINA:

Nesta primeira oficina sugerimos retomar a tarefa de revisar programas reflexivos críticos originados em práticas antropológicas diversas. Queremos estabelecer cruzamentos e diálogos entre as trajetórias e singularidades daqueles que integrarão a oficina, a própria trajetória do GEAC e as propostas de alguns autores que têm se preocupado por criar condições, conceitos e coordenadas para a configuração de um espaço crítico de enunciação – seja na antropologia enquanto instituição/conhecimento especializado, seja na realidade política que perpassa outros espaços sociais. Buscamos, portanto, explorar a criação e a reatualização de certos enunciados críticos que nos permitam apontar para novos horizontes pragmáticos e investigativos. Para alcançar este objetivo, é preciso olhar com atenção para certas propostas que pretendem validar ou invalidar as apostas críticas nos atuais debates teórico-políticos e metodológicos. Para levar adiante este debate propomos quatro eixos temáticos:

    • Retrospectiva do debate sobre antropologia crítica a partir do GEAC: neste ponto gostaríamos de resgatar algumas das intervenções publicadas tanto na Tinta Critica  como no próprio blog do grupo.
    • Vanguardas, modas e perspectivas anti e pós críticas: neste eixo queremos explorar argumentos recentes que têm sido produzidos no âmbito da teoria social crítica. Também buscaremos coordenadas para criticar tais argumentos.
    • Perspectivas críticas possíveis a partir da antropologia: pretendemos, neste item, explorar alguns enunciados críticos recentes desenvolvidos, especialmente, na América do Sul. A ideia é avaliar criticamente suas possibilidades de  apropriação e sua pertinência no cotexto das lutas atuais.
    • Às Armas: neste tópico abordaremos um conjunto de textos que podem ser relevantes para a reflexão sobre as possibilidades atuais de construção do enunciado crítico a partir das práticas de pesquisa social. Os textos escolhidos provêm de diferentes espaços de produção intelectual e intervenção política, alguns deles situados fora das instituições acadêmicas convencionais. A partir da leitura destes materiais, os participantes são convidados a desdobrar suas próprias reflexões sobre as condições de possibilidade da formulação crítica tendo em vista os conceitos e temáticas originados de sua própria atuação enquanto pesquisadores.

PROGRAMA DE LEITURAS

Sessão 1: Restropectiva do debate sobre antropologia critica no GEAC

Textos base:

Sessão 2:  vanguardas, modas e perspetivas teóricas anti/pos/criticas.

Textos base:

Textos complementares:

Sessão 3: Perspetivas criticas possíveis a partir das antropologias:

Textos base:

Material complementar:

Sessão 4: Às armas! Coordenadas práticas para tencionar hierarquias institucionais e construir o enunciado crítico.

Textos base:

Materiais complementares:

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